sábado, 24 de setembro de 2016

Megaoperação da PM apreende drogas, armas e animais silvestres em JF e região

Julia Ramiro 23 Setembro 2016 17:08

Em JF, PM encontrou terreno que seria utilizado para preparar drogas para venda no Bela Aurora. Foto: Divulgação PM

Durante buscas realizadas pela Operação Alferes Tiradentes, nessa sexta-feira, 23, a Polícia Militar (PM) apreendeu grande quantidade de drogas em Juiz de Fora, além de armas e animais silvestres em Souza Aguiar, distrito de Simão Pereira.

Em Juiz de Fora, a Operação seguiu mandado de busca e apreensão em um prédio na Rua Orlando Stephani, localizada no bairro Bela Aurora, zona Sul. No local, foram encontrados dois tabletes e uma bucha de maconha, um papelote de cocaína e R$390 em dinheiro, além de cinco celulares. Um casal, que não teve a identidade divulgada, foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

Durante as diligências, outro homem que, em atitude suspeita, tentava avisar sobre a presença da PM no bairro foi abordado. Ele foi preso depois de tentar fugir da abordagem e, em sua residência, também no Bela Aurora os policiais encontraram, escondidos no forro do local, 700 g de maconha divididos em tabletes, 20 pedras de cocaína, um pote de éter e uma bisnaga de lidocaína (utilizada para trabalhar a substância para comércio).

Em um terreno baldio nas imediações, foram localizadas mais 70 porções de cocaína enterradas, prontas para comércio, uma balança de precisão em funcionamento, além de três potes vazios de ácido bórico e um bastão vazio de lidocaína, o que levou a PM a suspeitar que o local era utilizado para preparar os entorpecentes para venda. Durante a operação ainda foram apreendidos um Golf e uma moto com placa alterada. Os três detidos foram encaminhados à delegacia de plantão, em Santa Terezinha. A operação envolveu seis militares em Juiz de Fora.

PM também apreendeu um Golf e uma moto durante buscas no Bela Aurora. 
Foto: Divulgação PM

Simão Pereira
Também em cumprimento de mandado de busca e apreensão foram encontradas duas espingardas com munições (usadas para caça) e três pássaros de fauna silvestre. A Operação segue em curso e a PM deve realizar buscas, também, na cidade de Matias Barbosa.

Material apreendido em Simão Pereira. Foto: Divulgação PM

http://www.diarioregionaljf.com.br/cidade/8020-megaoperacao-da-pm-apreende-drogas-armas-e-animais-silvestres-em-jf-e-regiao

A Morte de Ivan Ilitch’, de Tolstói, revela as mentiras da existência

Ilustração de Binho Barreto, reproduzida da Folhapress

João Pereira Coutinho
Folha

Amigo leitor: peço desculpa pelo uso abusivo da palavra. Eu não sou seu amigo. Nem você é meu. Não nos conhecemos e, francamente, melhor assim. Eu escrevo e, com sorte, alguém lê desse lado. É uma troca justa. E basta.

Aliás, por falar em amigos, quantos você tem? Cinco? Dez? Vinte? Melhor cortar o número para metade. Tempos atrás, li um estudo sobre as nossas falsas percepções sobre os amigos. E parece que só metade das amizades que julgamos sólidas são recíprocas. Na outra metade estão pessoas que não pensam em nós, pensam pouco ou até pensam mal.

Essas conclusões não me espantam. Experiência cotidiana: alguém fala que encontrou o personagem X e ele, eufórico, falou de mim como “grande amigo”.

Disfarço, por gentileza. Mas, se fizesse uma lista com as cem pessoas que passaram pela minha vida –da família mais próxima ao homem que me vendeu os jornais meia hora atrás–, o personagem X não estaria presente.

Aqui entre nós, quem é o personagem X? E, já agora, por que motivo tendemos a inflacionar o número de amigos que julgamos ter?

Fato: o conceito de “amizade” tornou-se uma caricatura, sobretudo quando é possível colecionar centenas ou milhares de “amigos virtuais” no mundo virtual. O pessoal confunde as coisas e julga que um “like” é uma jura de amor eterno.

Mas as conclusões do estudo também não me espantam por causa de um livro publicado há precisamente 130 anos. O autor é Lev Tolstói (1828″”1910) e o título é “A Morte de Ivan Ilitch”.

Primeira confissão: “A Morte de Ivan Ilitch” sempre me pareceu um erro. “A Vida de Ivan Ilitch” seria a titulatura mais apropriada porque é de vida, e não de morte, que Tolstói nos fala.

Sim, superficialmente, temos um homem que adoece com gravidade e que caminha para o seu cadafalso com a angústia e o ressentimento dos condenados.

Mas a novela de Tolstói é uma meditação avassaladora sobre as mentiras da existência “comme il faut”.

A expressão francesa é usada e abusada pelo narrador com propósitos irônicos, mas também descritivos. Ivan Ilitch era a promessa da família –e a promessa se cumpriu.

Estudou, formou-se, tornou-se funcionário judicial de sucesso. E procurou sempre uma vida “comme il faut” que estivesse à altura dos gostos da plateia. Teve um casamento “comme il faut”; uma casa “comme il faut”; uma carreira de magistrado “comme il faut”.

E, quando a harmonia doméstica começou a ruir, Ivan Ilitch resolveu o assunto “comme il faut”: casou-se com o trabalho e transformou a mulher em “hobby” suportável.

É perante esta gloriosa encenação que a morte surge como elemento dissonante –ou, se preferirmos, “pas comme il faut”. Ivan analisa a dor da enfermidade como se aquilo fosse um elemento estranho, injusto, “fora do lugar”. Nega a sua condição (morrer, eu?) e, quando a enfrenta, é devorado por um terror gélido (“sim, eu”).

Nas mãos de um escritor banal, a doença serviria para mostrar a Ivan Ilitch que as medalhas que ostentamos ao peito não nos protegem do fim inevitável e blá-blá-blá.

Para um monstro como Tolstói, a morte de Ivan Ilitch é a “via dolorosa” da sua salvação. Porque é a morte que permitirá ao personagem olhar para os outros e para ele próprio sem viciar “o fundo insubornável do ser” de que falava o filósofo Ortega y Gasset.

É, enfim, uma visão límpida e aterradora. A mulher e a filha, cansadas da agonia de Ivan, consideram-no um estorvo, um repulsivo estorvo que a morte tarda em levar.

E, quando recorda a sua vida, é na infância, e apenas na infância, que Ivan Ilitch encontra uma felicidade autêntica e sem sombra. A conclusão é trágica e, ao mesmo tempo, libertadora: enquanto subia aos olhos dos outros (“comme il faut”), Ivan Ilitch descia rumo ao naufrágio.

É esse naufrágio, essa falsificação espiritual que encontramos nos “amigos” de Ivan quando sabem da notícia da morte. Uns pensam nas suas carreiras (quem ocupará o lugar do defunto? haverá promoções?). Outros sentem alívio (“foi ele, não fui eu”). E todos suspiram com as obrigações sociais entediantes (ir ao funeral, consolar a viúva etc.). “The show must go on.”

Amigos? Temos dezenas, centenas, milhares. E assim continuaremos –autoiludidos e autocentrados– até chegarmos ao leito derradeiro onde estarão poucos ou ninguém.

Fundo de pensão da Caixa foi lesado pelos petistas em R$ 2 bilhões, pelo menos

Falta muita gente na capa, inclusive Jaques Wagner

Aguirre Talento
IstoÉ

Aparelhados pelos partidos políticos durante a era petista, os fundos de pensão das estatais e empresas federais se tornaram alvo de uma megainvestigação da Procuradoria do Distrito Federal sobre desvios de recursos que lesaram os aposentados em R$ 8 bilhões. Trata-se da Operação Greenfield, que cumpriu, no último dia 5, um conjunto de 28 mandados de condução coercitiva, sete de prisões temporárias e 106 de buscas e apreensão. IstoÉ obteve com exclusividade as gravações que fundamentaram a operação. Os áudios referem-se a reuniões de diretores da Funcef – órgão que administra a previdência complementar da Caixa e foi comandado por executivos indicados e ligados ao PT, acumulando um prejuízo de ao menos R$ 2 bilhões.

O material explosivo revela a total negligência com os recursos dos aposentados e indica uma clara atuação de dirigentes da Funcef no sentido de honrar acertos políticos.

VACCARI E WAGNER – Para a PF, há fortes indícios de que o ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto, atualmente preso pela Lava Jato, esteja por trás das operações fraudulentas aprovadas pela cúpula da Funcef. As suspeitas também recaem sobre o ex-ministro da Casa Civil de Dilma, Jaques Wagner. Um dos beneficiários do esquema, segundo as investigações, foi o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, ligado ao PT, a Lula e a Jaques Wagner. Segundo o Ministério Público, os R$ 400 milhões aplicados pela Funcef na OAS viraram pó: passaram a valer R$ 117,5 mil

A postura observada nas reuniões é escandalosa: diretores dão o aval aos investimentos mesmo admitindo não terem lido todos os documentos, autorizam aportes sem saber de onde a Funcef vai tirar dinheiro e passam por cima de riscos considerados graves por executivos do órgão, como a existência de dívidas tributárias e trabalhistas de uma empresa que demandava recursos do fundo.

Em comum, nos encontros de diretores da Funcef, há o fato de os presidentes do Fundo de Pensão dos servidores da Caixa, indicados pelo PT, sempre defenderem a liberação dos recursos, a despeito dos reiterados alertas feitos pelos seus diretores. São eles, em dois momentos administrativos distintos da Funcef: Guilherme Lacerda e Carlos Alberto Caser, ambos ligados ao PT. Os dois e outros cinco gestores do fundo foram presos temporariamente durante a Operação Greenfield. Depois de prestarem depoimento, deixaram a cadeia.

ACORDOS POLÍTICOS – A PF destaca três reuniões como as mais emblemáticas para demonstrar a existência de negociações prejudiciais à Funcef, feitas única e exclusivamente para cumprir acordos políticos: a que selou aportes de R$ 400 milhões na OAS Empreendimentos, a que confirmou investimentos de R$ 1,2 bilhão em três anos na Invepar (braço da OAS na área de transportes) e a que ratificou a aplicação de R$ 17 milhões no FIP Enseada, a fim de reerguer a Gradiente. Naquele momento, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro pressionava a cúpula petista pelo aval aos negócios de seu interesse. Nas mensagens extraídas do celular do empreiteiro, há referências à atuação de Jaques Wagner e Vaccari na Funcef. Em julho de 2013, quando o caso estava sob discussão, Léo Pinheiro escreveu para o acionista da OAS Antônio Carlos Mata Pires: “Como foi na Funcef? O nosso JW [Jaques Wagner] me perguntou”.

Ao que Pires respondeu: “Ótimo. Foi aprovado para contratação do avaliador, Deloitte. Agora, precisaremos de JW [Jaques Wagner] na aprovação final”.

APROVAÇÃO NA CAIXA – Em outra conversa pelo celular, Léo Pinheiro diz que pela Funcef estaria tudo certo, mas adverte César Mata Pires, dono da OAS, que poderia haver problemas na aprovação do negócio pela Caixa. Segundo a mensagem, Carlos Borges, diretor da Funcef, havia ligado para Pinheiro preocupado com a questão. Quem também telefonou para agendar um encontro foi João Vaccari. Ao fim, o investimento foi aprovado.

“Não esqueça de me reservar uma vaga de officeboy nesse arranjo político. Afinal com a sua influência junto ao Galego e o Lula, vc é o CARA”, atesta Carlos Borges, da Funcef, em mensagem encaminhada a Léo Pinheiro em 2014.

Para a PF, a pressão que precedeu a aprovação do negócio explica o conveniente “descuido” na hora de aprovar os investimentos que deram prejuízos à Funcef. A reunião da diretoria da Funcef para sacramentar o investimento na OAS Empreendimentos ocorreu em novembro de 2013. O aporte seria feito em duas parcelas de R$ 200 milhões. Os diretores não sabiam de que fonte orçamentária sairia o segundo aporte. Mesmo assim, deram o sinal verde para a operação. Isso gerou longos embates na reunião, que durou 1 hora e 23 minutos.

HOUVE ALERTA – Nas conversas, o então diretor de Planejamento e Controladoria da Funcef, Antônio Bráulio de Carvalho, faz uma autocrítica e alerta para o risco de faltar dinheiro para honrar os compromissos: “A gente não presta muita atenção na política de investimentos e não faz as discussões nos momentos que têm que ser feitos. Se eu aprovo R$ 200 milhões aqui pro ano que vem, se chegar outro investimento também que não está previsto… se chegar outro que não tá previsto, o que vou fazer? Nós estouramos a liquidez”.

Um outro participante da reunião, não identificado, faz outra ressalva: “Vai ter que vencer isso, de onde sai o dinheiro. Não dá pra investir R$ 400 milhões, ou R$ 200 milhões, e falar ‘ah não sei de onde’”.

“RETORNO BOM” – No final da reunião, o diretor-presidente Carlos Alberto Caser, indicado pelo PT, rebate as críticas e sustenta que não deveriam deixar de aprovar o negócio só porque não estava previsto na política de investimentos. Para ele, a fonte dos recursos seria resolvida posteriormente.

“Depois de termos gastado um ano de discussões, contratando uma consultoria que custou R$ 500 mil, foi cara pra dedéu. Negociamos blá blá blá blá blá blá. Agora [para quê] eu vou submeter isso (…) burocraticamente à política de investimentos, tendo um retorno bom?”, afirmou Caser. Ao fim, a Funcef aprovou o negócio. Segundo o Ministério Público Federal, os milhões investidos viraram pó: valiam apenas R$ 117,5 mil em dezembro de 2015.

GESTÃO TEMERÁRIA – Outro investimento na OAS de R$ 1,2 bilhão, o chamado FIP Invepar, foi aprovado sem relatórios da análise jurídica e de conformidade – que avalia o cumprimento a determinadas regras. É o que revela o áudio da reunião ocorrida em 20/10/2008, com duração de 37 minutos. No encontro, o diretor de Planejamento e Controladoria, Antônio Bráulio, discorda da pressa na aprovação: “Em termos de coerência fica complicado. Como é que um diretor de conformidade e controle pode aprovar uma coisa sem ter analisado anteriormente?”.

Coube mais uma vez a um diretor-presidente ligado ao PT, neste caso Guilherme Lacerda, intervir para garantir o negócio: “(…) Eu queria também fazer um apelo, é um apelo, é um esforço muito grande o investimento que a gente tá, pode dar errado (…) mas é um investimento que vinha pensado aqui muitas vezes, na perspectiva de ter uma valorização grande”.

REEGUER A GRADIENTE… – O terceiro caso que chamou a atenção dos investigadores envolveu a aprovação do investimento de R$ 17 milhões no FIP Enseada, um fundo constituído para reerguer a antiga Gradiente, mergulhada em dívidas trabalhistas e tributárias. De novo os diretores resolveram passar por cima dos riscos que envolviam o negócio para agradar ao então presidente da empresa, Eugênio Staub, que havia declarado apoio a Lula na eleição.

Logo ao apresentar o projeto, o diretor de investimentos Demósthenes Marques adverte: “A gente tá entrando em um negócio que é de nível de risco maior do que a grande maioria”. Bráulio, por sua vez, classifica de “preocupante” a possibilidade de as dívidas da empresa provocarem perdas à Funcef.

A exemplo do episódio anterior, em que avalizou um negócio altamente temerário com o único objetivo de atender demandas políticas, o presidente Guilherme Lacerda banca o aporte. Atribui as advertências a “fofocas de jornal” e diz que o fato de o dono da Gradiente ter anunciado apoio ao Lula não pesaria em sua decisão. Pesou.

CLARA ASCENDÊNCIA – “Estou tranquilo em relação às posições que adotei na Funcef porque as informações que tinha à época levariam qualquer gestor a ter a mesma postura”, disse Lacerda por meio de seu advogado. Não é o que pensam os investigadores. Para eles, as negociações ocorriam “em conjunto com autoridades políticas que tinham clara ascendência sobre os diretores dos fundos de pensão”.

Vaccari integraria o chamado núcleo político do esquema e, segundo a PF, “possivelmente concorreu” para que fosse aprovado o investimento na OAS “em detrimento do patrimônio da Funcef”.

O próximo passo do procurador Anselmo Henrique é destrinchar ainda mais a relação desse núcleo político com os fundos de pensão. Nos últimos dias, foram analisados os depoimentos prestados no último dia 5. Agora, o MP quer acesso a delações da Lava Jato. Na última semana, empresas alvo da operação firmaram acordos com o MP para depositar valores em juízo e ficarem livres de medidas restritivas. A OAS devolveu R$ 240 milhões. Ainda é muito pouco perto do bilionário prejuízo amargado pelos aposentados da Caixa.

24/09- Dia de N.Srª das Mercês/ Dia do Mototaxista-SP/ Dia da Independência de Guiné-Bissau/ Feriado em Cuité- Paraíba/Aniversário de Urupês- SP e saiba +

24/09/2016

Dia do Mototaxista-SP.


Catalunha, Espanha - Festa Maior da Cidade de Barcelona, homenagem à Padroeira Mare de Déu de La Mercè

Dia da Independência de Guiné-Bissau.
Feriado em Cuité- Paraíba- Brasil Dia da Padroeira. 
Aniversário da cidade de Urupês- SP.

1944 - A primeira legião da Força Expedicionária Brasileira (FEB) desembarca na Itália e se junta aos exércitos dos Aliados na II Guerra Mundial.
1953 - Emancipação de Cachoeira Alta-GO.
2004 - Escândalo do mensalão: Jornal do Brasil publica o artigo Miro denuncia propina no Congresso.

Wikipédia 

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Sempre que se deparava com pessoas humildes, Russomano adotava a mesma postura ríspida do vídeo.



Nas redes, usuários tem comentado que a prática era recorrente no programa do deputado. Sempre que se deparava com pessoas humildes, Russomano adotava a mesma postura ríspida do vídeo. Essa não é a única polemica em torno da candidatura: Russomano ainda é acusado de se apresentar como advogado mesmo sem ter sido aprovado no exame da OAB. Outra polêmica é a postura do deputado contra o aplicativo Uber, a quem Russomano acusa de tirar emprego de taxistas. Devido à grande influência de sindicalistas no PRB, o candidato tem afirmado que irá enquadrar o aplicativo caso seja eleito prefeito.

Russomano não respondeu às críticas feitas contra ele, e tem usado seu tempo de televisão para atacar seus adversários na campanha alegando que “o povo sabe quem é Russomano”. Apesar de líder nas pesquisas, o recente crescimento de João Dória já assusta o PRB. A estratégia a partir de agora será Russomano se declarando mais “liberal” e mais amigo dos empreendedores do que em declarações anteriores.

https://jornalivre.com/2016/09/19/video-de-russomano-humilhando-caixa-de-supermercado-volta-com-forca-as-redes/
https://www.youtube.com

Sábado é o dia D na Campanha Nacional de Multivacinação em Minas Gerais

SEX 23 SETEMBRO 2016 10:05 ATUALIZADO EM SEX 23 SETEMBRO 2016 09:21

Neste sábado (24/9) as Unidades Básicas de Saúde (UBS) de todo o país estarão abertas em função do Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação. O objetivo é convocar pais e responsáveis a levarem todas as crianças menores de cinco anos e adolescentes com idade entre nove e 15 anos incompletos para iniciar o esquema vacinal ou completar as doses que estiverem pendentes. Minas Gerais recebeu 3,4 milhões de doses de vacinas para reforçar seu estoque. 

Para as crianças menores de cinco anos treze vacinas diferentes podem ser atualizadas durante a campanha, incluindo a que oferece proteção contra a poliomielite. Sarampo, caxumba, rubéola, febre amarela e catapora são algumas das doenças que podem ser prevenidas com a atualização do cartão de vacinas.

Jovens de 9 a 14 anos
Os jovens entre 9 e 14 anos de idade também fazem parte do público prioritário da campanha. Estão contempladas seis vacinas que protegem contra uma série de doenças, entre elas: hepatite B, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, difteria, tétano, coqueluche e, para as meninas, HPV.

Vale reforçar que quem estiver sem o cartão também deve participar da campanha. A orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) onde a criança ou adolescente costuma se vacinar, pois lá terá o cartão espelho, documento com os registros de doses que foram aplicadas, bem como as doses que ainda deverão ser administradas. Caso contrário, deverá ser iniciado todo o esquema vacinal, de acordo com a faixa etária corresponde.

Campanha nas redes sociais
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), por meio de sua Assessoria de Comunicação Social, convidou alguns filhos de trabalhadoras e trabalhadores da secretaria que pertencem à faixa etária da campanha para estrelarem de forma voluntária ação nas redes sociais.

“A ideia é engajar os servidores para que eles sintam parte das ações da SES-MG e, com isso, mobilizarem seus amigos, familiares e conhecidos, por meio das redes sociais, sobre a importância da multivacinação”, diz a referência em mobilização social da SES-MG, Susan Prado.

Agência Minas